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Dia de todos os Santos

“Os santos nascem humanos e são ‘peritos em humanismo’. Não se colocam acima dos outros homens e mulheres, nem se afastam dos pecadores. Humanos e cheios de misericórdia, os santos estão convencidos que são grandes pecadores, mas percebem o triunfo de Deus em suas vidas. Nos santos celebramos a vitória da graça de Cristo. É Deus que faz os santos, operando neles grandes coisas”.


A festa do “Dia de Todos os Santos” em honra de todos os santos e mártires da igreja católica, conhecidos ou não, é celebrada hoje, no 1º dia de novembro.

Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção desta comemoração em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor.

Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós.

O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da “vocação universal à santidade”, tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.

Nesta celebração, os católicos são conduzidos à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.

Dia de Todos os Santos

Hoje, 1 de Novembro comemora-se o dia de “Todos os Santos”. Em Portugal, nas grandes cidades, as pessoas vão ao cemitério arranjar as sepulturas dos seus entes queridos que já faleceram, com flores, que por tradição nesta altura do ano são crisântemos, já que no dia seguinte se comemora o “Dia dos Fiéis Defuntos”. Porém na maioria das aldeias portuguesas, o dia de Todos os Santos é sinónimo de “bolos dos Santos” , “castanhas e água pé”. Apesar de as tradições populares em Portugal tenderem a sofrer transformações, os leitores lembram-se, certamente, de neste dia logo pela manhã irem em grupos de crianças, de porta em porta, pedir os “santinhos” ou os “bolinhos” pela alma das pessoas que já partiram…
A festa do dia de Todos-os-Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica celebra este dia Santo a 1 de Novembro, seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de Novembro.

O dia de Todos-os-Santos foi instituído com o objectivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O dia de “Todos os Santos” para todos os que nasceram fora de grandes cidades, leva-nos à memória, as crianças com uma “sacola” de pano, em grupos, indo de casa em casa nas aldeias, pedindo às pessoas, e elas a darem o que querem ou podem, como por exemplo: dinheiro, maçãs, romãs, castanhas, rebuçados, nozes, bolos, chocolates etc.

Antigamente todas as crianças dos meios rurais iam pedir os “santinhos”. Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e quando chegavam as crianças eles entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam alguma coisa. Hoje já só se pedem os “santinhos” ou os “bolinhos” para não se perder a tradição. É costume neste dia, nos meios rurais as pessoas confeccionarem broas de milho e outros bolos caseiros para comerem e darem.

in Noticias Globo

Visita à Instituição Padre David


“Recriar”

Se te propusessem um dia diferente junto daqueles que lutam diariamente por uma família, por um sorriso, um abraço o que fazias?
O grupo de Fradelos decidiu arriscar e “aceitou o desafio”, proporcionar uma tarde diferente ao grupo de crianças e jovens que residem na Instituição Padre David, em Ruílhe. Partilhar brincadeiras, entregar brinquedos e roupa e um lanche muito saboroso fizeram as delícias dos mais pequeninos.
Todos os dias recebemos amor da nossa família, instalamo-nos na nossa casa e, por vezes, queixamo-nos do ‘infortúnio da vida’, porém estas crianças que pouco ou nada têm aproveitam cada momento e provam que viver é fácil, basta sorrir e acreditar.
Um prova de fogo para este grupo que a cada dia prova que a fé “move montanhas”!

Juliana Silva (Jovens)